Ao jogar Blacklight Retribution você perceberá uma certa familiaridade com Crysis e F.E.A.R., assim como alguns elementos do multiplayer de Call of Duty
Durante a madrugada, "Diablo III" ficou sendo um dos termos mais comentados no Twitter no Brasil, com usuários comentando a expectativa de abertura dos servidores da Blizzard.
OS VINGADORES - THE AVENGERS! E os nerds vão à loucura! O sonho de 10 entre 10 virgens finalmente se realizou! O mais novo blockbuster da Marvel é simplesmente FODA!
O estúdio também notou que mais de 110,000 pessoas se inscreveram em Tribes: Ascend
O jogo free-to-play Tribes: Ascend já foi baixado 1.2 milhões de vezes, um aumento significativo quando comparado às 800 mil contas registradas no mês passado.
"Realmente é o suporte ao jogador do título que levou à comunidade crescer e alimentou nosso time à entregar atualizações", disse o COO da Hi-Rez Studios Todd Harris. "Vemos a comunidade expandir primariamente pela boca-a-boca positivo".
O estúdio também notou que mais de 110,000 pessoas se inscreveram em Tribes: Ascend.
Ao jogar Blacklight Retribution você perceberá uma certa familiaridade com Crysis e F.E.A.R., assim como alguns elementos do multiplayer de Call of Duty
Blacklight Retribution é daquele tipo de jogo que causa rompimento de namoro. Sabe aquele jogo que deveria vir com um contrato para que seu cônjuge não possa reclamar depois? Daquele tipo que especifica este foi avisado de que você não daria a devida atenção, já que o jogo consumiria boa parte da sua alma?
Pois é. Blacklight Retribution é desse tipo de jogo.
Se você é fã de FPS, com certeza irá ter problemas para parar de jogar esse ótimo jogo. E, o mais legal, é que Blacklight Retribution é totalmente grátis. Melhor que isso só sua namorada continuar te amando mesmo você estando viciado em outra coisa a não ser ela.
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Blacklight Retribution
Comumente abreviado como BRL, Blacklight Retribution é um jogo de tiro em primeira pessoa grátis lançado para PC. Em 14 de janeiro de 2011, a Zombie Inc. revelou que desenvolveria a sequência de Blacklight: Tango Down nos moldes free-to-play. Em 2011, durante a E3, a companhia anunciou que a Perfect World iria publicar Blacklight Retribution. O jogo entrou em fase beta em 27 de fevereiro de 2012 e finalizado em abril.
O jogo
Ao jogar Blacklight Retribution você perceberá uma certa familiaridade com Crysis e F.E.A.R., assim como alguns elementos do multiplayer de Call of Duty.
Depois de criada sua conta e de logar no jogo, você encontrará um menu um pouco confuso. Mas nada como alguns minutos para se acostumar e tudo ficar tranquilo.
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Daí você já pode cair nos cinco tipos de competição:
Deathmatch;
Team Deathmatch;
Capture the Flag;
King of the Hill,
Domination
Daqui pra frente não tem segredo: controles padrões e gameplay de todos os FPS existentes nos últimos cinco anos. É sair para se acostumar com os mapas do jogo mesmo (que, por sinal, são grandes!).
E, por falar em mapas, estes são muito bem feitos, com várias áreas abertas e cheias de corredores. E quando temos mapas bem desenhados, o jogo flui de maneira satisfatória, já que diminui o fator repetição ao oferecer várias possibilidades de ação.
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Os controles do jogo são bem responsivos e fáceis de se adaptar. Você não morre tão facilmente, mas também não é um super-humano. O health é bem equilibrado - somente no caso de headshots que, aí não tem jeito, é queda mesmo.
A customização do jogo é um dos pontos fortes de Blacklight Retribution, fora que o design de produção é fantástico: as armaduras e armas são belíssimas.
Uma adição legal são os Hardsuits: robôs gigantes que ajudam os times cujos jogadores tem pontos CP suficientes para "invocá-los". Enfrentá-los na metralhadora é praticamente suicídio. Os Hardsuits são muito úteis durantes partidas que necessitem de uma proteção localizada, como no modo King of the Hill, por exemplo. Mas, para não deixar a coisa toda muito desbalanceada, os Hardsuits são vulneráveis à mísseis Stinger.
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Mas é o seu visor de alta-realidade, ou simplesmente HRV, que deixa Blacklight Retribution mais equilibrado. Quem nunca sofreu com campers que levante a mão - a não ser que você sempre tenha sido um, então aí não vale!.
O HRV não impossibilita que o camper fique lá no cantinho te esperando, mas, pelo menos, lhe permitirá vê-lo (mesmo que por pouco tempo). Acabou a tirania dos apelões!
Por fim, Blacklight Retribution é jogaço que todo jogador de FPS deveria jogar.
Produzido pela Carbon Games, o jogo, que é uma óbvia homenagem a Herzog Zwei - jogo para o Mega Drive lançado em 1989 -, tem mecânica fácil e muito divertida
Hoje em dia temos várias opções de ótimos jogos free-to-play. Mas nesse mundo dominado por MMORPGs genéricos, um game diferente se destaca: AirMech.
Produzido pela Carbon Games, o jogo, que é uma óbvia homenagem a Herzog Zwei - jogo para o Mega Drive lançado em 1989 -, tem mecânica fácil e muito divertida. Aqui não há gráficos primorosos, mas tampouco feios. A música é divertida e os efeitos sonoros eficientes.
Um outro ponto a ser destacado é que AirMech é um jogo para Google Chrome, o que deixa a coisa muito mais legal, já que, se você tem uma conta Google (olá, tem alguém que não tem?) ou do Facebook (sério?), dá pra logar sem complicações.
Mas é na hora de jogar que AirMech se mostra um dos jogos mais divertidos que há por aí, seja jogando online (contra ou a favor dos seus amigos) ou sozinho. De toda forma você tem diversão garantida.
AirMech: modos de jogo
PvP - Jogo online contra até 3 jogadores;
Coop - Jogo online com até 3 amigos no seu time contra o computador;
Solo - Jogo offline conta o computador;
Survival - Jogo online ou offline, com colaboração até 4 jogadores;
Challenge - Jogo offline para testar suas habilidades.
A ação em AirMech é nada mais, nada menos, que frenética. Aliás, "frenético" é pouco. O jogo consegue reunir ação e estratégia ao mesmo tempo de maneira primorosa. Não há sequer um segundo em que você possa ficar parado. Não adianta criar unidades e deixar a coisa rolar. Sempre há várias coisas a se fazer em pouquíssimo tempo e com recursos a serem administrados quase que por instinto.
No jogo você controla uma nave-robô (que pode alternar sua forma ao seu comando) que ataca, carrega unidades e dá ordens à sua tropa. Ao carregar unidades, a sua nave vai perdendo energia, o que te obriga a encontrar uma construção pertencente ao seu time para recarregá-la. As construções podem ser conquistadas pelos times quando quatro soldados entram nelas. Essas construções ampliam a estratégia, já que as unidades que você mandou construir podem ser retiradas em qualquer uma delas. Cada construção tem pads - a base sempre tem mais deles -, onde você pode colocar torres que ganham bônus por ali estarem.
O sistema de recompensas é simples: à medida que você as completa, ganha-se kudos. Kudos podem desbloquear unidades, pilotos e naves. Aliás, as unidades são muito bem balanceadas - nenhuma delas chega a ser apelativa -, o que requer bastante conhecimento estratégico do jogador, afinal são inúmeras as possibilidades durante o jogo.
Por fim, AirMech é dos jogos mais legais que você pode encontrar por aí. E o fato de ser free-to-play só deixa a coisa toda mais legal.