Pelos últimos três anos, mulheres têm sido vítimas de um fetiche estranho e nem sabiam: elas ingeriam os fluídos corporais de um desconhecido.
"Isso é simplesmente estranho", disse uma estudante da Universidade de Princeton. "É invasivo, é violação", concluiu.
Michael Lohman, 28 anos, estudante de Princeton adimitiu à polícia que que enchia um pequeno recipiente de plástico com sua urina e, às vezes, sêmem e borrifava em algumas mulheres sem que elas suspeitassem. Outra tática era jogar o pérfido conteúdo nas bebidas delas enquanto elas não estavam olhando.
Segundo o sargento Ernie Silagy, Lohman colocava seus fluídos nas bebidas e ia embora. Depois ficava observando as mulheres beber.
Durante uma revista na casa de Lohman, a polícia encontrou contêineres cheios de urina e calcinhas e luvas roubadas, que estavam cheias de cabelo humano. O material estava sendo usado para auto-gratificação sexual.
Preferia asiáticas.
Deu no Eyewitness News.
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